Os argumentos finais estão feitos.
O júri de nove pessoas em Oakland, Califórnia, está deliberando agora. Nada de normal nisso. Agradecimentos à juíza Yvonne Gonzalez Rogers. Ela decide o que acontece depois do OpenAI. O julgamento do século? Talvez. Ou talvez apenas um barulho muito alto.
Musk processou seus cofundadores em 2023. Ele disse que eles o enganaram. Todo mundo viu isso chegando. Uma briga de gatos. Estilo do Vale do Silício. As garras saíram com força.
Musk admitiu no depoimento que tem um filho com o executivo da OpenAI, Shivon Zilie. Seus olhos e ouvidos na sala, aparentemente. Altman sugeriu que Musk se importava mais com as piadas da internet do que com a empresa que eles construíram.
Fantasiando o tribunal
Justamente quando o drama atingiu o auge, Musk deixou a cidade.
Ele prometeu ao juiz que ficaria. Ele não fez isso. Parti para a China. Com uma delegação dos EUA. Ele foi sancionado? O juiz Rogers dirige um navio rígido. Ela não tolera nenhuma bobagem. Ninguém confirmou se a papelada foi apresentada para desculpar sua ausência ainda.
Os advogados da OpenAI atacaram. “O Sr. Musk não está aqui hoje”, disse o advogado William Savitt ao júri. “Meus clientes estão aqui porque realmente se importam.”
O advogado de Musk, Steven Molo, pediu desculpas. Alegou que Musk era apaixonado. Então Molo começou uma metáfora. Altman e Greg Brockman pareciam caras parados perto de uma ponte podre, dizendo aos caminhantes que era seguro. A ponte foi “construída com base na versão da verdade de Sam Altman”.
Conveniente para OpenAI, certo? Porque, na lógica do próprio Molo, Musk nunca apareceu na ponte. Ele só queria comprar a madeira em 2017 e vendê-la para a Tesla.
A OpenAI chamou pelo que parecia: Musk nunca gostou do status de organização sem fins lucrativos. Ele só queria vencer.
“O que importava para ele era vencer.”
Molo chamou suas ações de “roubar uma instituição de caridade”. Eles chamaram sua reação de “uvas verdes”.
Quem segura as cartas
O júri decide os fatos. Mas apenas conselhos. O verdadeiro poder está com o juiz Rogers. Ela pode ignorar completamente o júri. Ela decide se Musk ganha dinheiro. Se sim, quanto.
Eles têm que realizar mais audiências. Discuta soluções. Decida se o fundo de caridade foi quebrado. No entanto, há um problema gigante.
O estatuto de limitações. Três anos. Se Musk soubesse que eles violaram os termos antes de agosto de 2021? Ele perde a posição. Período.
Musk quer US$ 150 bilhões. Boa sorte em conseguir isso. Rogers não é obrigado a dar-lhe um centavo. Ambos os lados também podem recorrer mais tarde. Isso não acabou. Nem de longe.
A armadilha da Microsoft
Aqui está a parte sobre a qual ninguém fala o suficiente.
Musk também está processando a Microsoft. Seu investimento de US$ 10 bilhões? Molo diz que foi nesse momento que a OpenAI vendeu sua alma. O momento em que a instituição de caridade morreu. Ele chama isso de diferente dos negócios mais antigos. Um cavalo diferente, talvez. Ou uma cor diferente.
A defesa da Microsoft? Não sabemos nada. Deixe-nos em paz. Nossa devida diligência não encontrou sinais de alerta.
Ironicamente, a Microsoft poderá afundar Musk.
Em 2020, Musk tuitou: “OpenAI é essencialmente capturado pela Microsoft”.
Ele disse isso publicamente. Três anos antes do processo.
Uma organização sem fins lucrativos sendo capturada por uma organização com fins lucrativos? Isso soa como uma quebra de confiança, não é?
Se ele sabia então, por que processar agora? Graças ao tempo passando, aquele tweet de 2020 pode custar-lhe tudo.
Ou nada. Talvez ele esqueça seus próprios tweets. Provavelmente o resultado mais provável de todos.
